sexta-feira, 10 de setembro de 2010





PRELÚDIO DE UMA CAMPANHA

Mensagem àqueles que, profissionalmente,
por mais de meio século, têm
tido a responsabilidade de
administrar os mais altos setores
das finanças públicas do
Estado brasileiro.



NÃO É COMIGO!
Esta é uma história sobre quatro pessoas: TODOMUNDO, ALGUÉM, QUALQUERUM e NINGUÉM. Havia um importante trabalho a ser feito e TODOMUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria.
QUALQUERUM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez.
ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODOMUNDO.
TODOMUNDO pensou que QUALQUERUM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODOMUNDO deixasse de fazê-lo. Ao final, TODOMUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUERUM poderia ter feito.”
( de autor desconhecido ).


Aqueles brasileiros nascidos na década de 30/39 viviam, nas duas décadas seguintes, as suas infâncias, adolescências e juventudes ouvindo um dístico muito em voga: “O BRASIL É O PAÍS DO FUTURO.” Hoje, os idosos, deles remanescentes, olham para seus passados de muito estudo, trabalho, dedicação e esforço e verificam, em sua grande maioria, que muito fizeram e produziram, conquistando melhores condições de vida para suas próprias famílias, vendo alguns importantes progressos no desenvolvimento econômico do país, mas sem os correspondentes benefícios financeiros e sociais que deveriam ser o corolário natural daquilo que foi produzido no período. Sentem-se imensamente frustrados ao constatarem que cumpriram com todas as suas obrigações sociais e pecuniárias com o Estado, mas que este não foi capaz de bem distribuir as rendas nacionais, permitindo demasiada concentração de riquezas em mãos de muito poucos nacionais, enquanto, praticando uma infeliz política financeira inadequada para seus cidadãos, exportou os lucros para países investidores e juros para os credores dos empréstimos tomados no estrangeiro, aparentemente beneficiadores de nossa sociedade. Tudo isto por exclusiva falta de uma poupança popular nacional que não foi adequadamente bem pensada, planejada e executada por todo este longo tempo.
Leigos em ECONOMÊS, em SOCIOLOGÊS e outros “ÊS”, a cidadania brasileira não pôde assistir o sucesso de tais profissionais na condução de nossa pátria a novos e melhores destinos que pudessem evitar as freqüentes crises por que tem passado o país, por todo este período. Sabe-se que elas raramente o foram por motivos verdadeiramente econômicos – como, por exemplo, a recente necessidade de racionamento de energia elétrica. – Elas, em sua grande maioria, são essencialmente financeiras e causadas pelo sistemático endividamento do Estado junto a terceiros, alguns, inclusive, reconhecidamente especulativos, sugando a sociedade como vampiros e sendo festejados como benfeitores.
Apesar disso, esperançosos brasileiros têm, por muitos anos, acreditado que as centenas ou milhares de economistas planejadores do Estado, ou mesmo da iniciativa privada, pudessem pensar, planejar e apresentar uma solução, um plano para sanear a preocupante situação financeira existente – dívida equivalente a 78% do PIB nacional – que obriga a dispêndios de cerca de 12 bilhões de reais mensais, só com a adimplência em relação ao pagamento de juros, o que representa em torno de 65% da receita no mesmo período.
Já que os “ÊS” – administradores do dinheiro público não apresentaram até o momento nenhuma solução, crê-se que os antigos mestres destas matérias aconselhariam uma, bastante singela, preconizando:
- A economia familiar baseia-se, antes de tudo, na receita maior do que a despesa;
- Poupar o quanto puder, antecipando-se às emergências que possam vir a acontecer;
- Comprar e gastar somente naquilo que for essencial, enquanto não tiver uma boa e suficiente reserva;
- Evitar ao máximo o endividamento e só fazê-lo em última instância, procurando pagar o mínimo possível de juros;
- Acreditar que a economia de uma Nação é apenas a multiplicação de milhões de economias familiares e que os princípios acima devem ser plenamente respeitados.
- Crer que a pulverização de rendas acelera a velocidade de circulação do dinheiro e que este fato gera mais recursos para o Estado e mais empregos e oportunidades para a cidadania;
- Criar obstáculos às altas concentrações de riquezas, sempre que necessários;
- Compreender que o poder do dinheiro pode transmudar-se em outros poderes e, por isso, é primordial que ele seja de posse do povo.
Portanto, neles acreditando e visando que os brasileiros, nascentes nesta década, não venham a sofrer a mesma frustração dos idosos de agora, ao atingirem suas sétimas décadas de vida, voltamos à história, interrogando:
Não relembra ela o comportamento dos administradores das finanças do país em todo este período passado?
A quem caberia planejar e executar uma política financeira verdadeiramente a favor da cidadania e do povo desta Nação que tem o dever de ser tão justa, solidária, soberana e independente quanto expressa a sua Constituição?
A cidadania quer, pode e deve exigir o novo modelo de política financeira que a recompense com melhores condições de vida.
Ninguém sozinho pode dizer: “É COMIGO”!
Mas, milhões de brasileiros, unidos pelos dispositivos constitucionais que lhes asseguram inúmeros direitos prometidos e ainda não cumpridos, podem assumir suas mais justas reivindicações e afirmar: “É CONOSCO MESMO”!
Lutando pela imediata vigência do plano:

“TRIUNFO DA CIDADANIA, TROFÉU DO POVO”.

Ele é: a implantação da redistribuição de rendas;
a vacina contra as doenças da pobreza e da miséria;
a renda digna para cada uma das famílias brasileiras;
a expressão mais pura da igualdade, da fraternidade e da liberdade;
Louvado seja Deus, genuinamente brasileiro e plenamente constitucional.



PRÓLOGO DO MANIFESTO E LUTA A FAVOR DOS DIREITOS DO POVO

"Por mais terra que eu percorra não permita
Deus que eu morra “sem que volte para lá...”

Desde quando fomos incluídos na Força Aérea Brasileira, em junho de 1950, jovens cheios de grandes sonhos de realização pessoal e imbuídos da nobre missão que recebíamos de participar da defesa e segurança de nossa garrida e querida pátria e de todos os seus filhos, garantindo-lhes os seus direitos primários e essenciais de ir e vir, de viver e trabalhar em paz e tranquilamente gozando da liberdade de escolha dos seus afazeres, juntamente com as suas famílias, estritamente dentro das regras de nossa sociedade brasileira, que ouvíamos, rotineiramente, o hino da Força Expedicionária Brasileira que poucos anos antes fora participar da guerra européia a favor dos aliados que defendiam a democracia e a liberdade de todos os povos contra o nazismo e o fascismo que pretendiam dominar o mundo com suas ditaduras cruéis. Muito sangue por lá ficou como prova do valor de nossos valorosos combatentes e heróis de famosas batalhas.
A vitória final trouxe–nos a paz e a tranqüilidade até estes dias, quando já ultrapassamos o longo período de nossas atividades bem cumprindo com os nossos deveres, mas sem a necessidade de termos que combater outros inimigos em campos de batalhas, e assim atingimos a nossa aposentadoria, isto é, a reforma que nos impede de continuar nas fileiras de nossa querida FAB.
Todavia, entendemos que a cidadania não se aposenta e sendo ela bem exercida doa sempre expressivos ativos para as futuras gerações, que favorecerão o seu porvir com mais conforto, bem-estar e felicidade terrena.
Por outro lado as Forças Armadas além de educar e instruir os seus contingentes para enfrentar possíveis inimigos armados e dispostos a matar, também ensina e instrui para a integral
participação dos seus efetivos nas missões e tarefas necessárias nos tempos de paz, nos serviços diários não só dos quartéis, caserna e acampamentos, mas também se preocupa e prepara-os para a eterna vigilância no cumprimento dos dispositivos constitucionais e das leis federais de forma a prestar ao seu povo, diuturnamente, os serviços e ações complementares que se fizerem necessários, garantindo às populações brasileiras o maior grau de bem-estar e felicidade.

Em vista do exposto, do manifesto e do descrito em outros documentos e na conjuntura atual do descumprimento de vários dispositivos constitucionais e dos descaminhos que vêm prejudicando a classe média e as mais baixas, e aumentando a concentração de rendas e de riquezas em poucas famílias, nos conduzem diretamente para uma verdadeira africanização da Nação brasileira, sendo, pois, necessária e imprescindível, além de conveniente e constitucional uma interferência da cidadania em defesa dos seus legítimos direitos, podendo mesmo entrar com uma representação junto ao Ministério Público Federal, para que ele instaure um processo no STF, garantindo a aplicação dos direitos dos menos aquinhoados que vem sendo cada vez mais crucificados e espezinhados pelos Poderes, Legislativo e Executivo.

Indubitavelmente, pensamos ser um privilégio poder oferecer ao povo brasileiro este manifesto e o plano Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo, como poderosos e oportunos trunfos em defesa de seus direitos inalienáveis, que lhes são negados, tendo como causa a caótica rota seguida pela administração das finanças públicas, desrespeitando o princípio de economia do Estado, o qual admite que a necessidade de financiamento do Estado só se faça com o seu próprio povo, logo, exclusivamente com a sua poupança popular. O resultado será uma Nação mais justa, solidária e que, a partir da implantação deste plano e de sua vigência, poderá de forma sustentável experimentar o crescimento e o desenvolvimento contínuo, seguro e eterno, enquanto propicia à Pátria as suas autênticas, independência e soberania.

MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO

Assunto: A implantação do plano financeiro Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo, contido no livro Potes de Ouro do Brasil, em atendimento a dispositivos constitucionais mandatórios.

Prezados Patrícios.

1) – As inevitáveis preocupações com o futuro de nossa pátria e nossa gente, em razão do rumo seguido pelo Estado na administração das nossas finanças públicas, traçando uma rota para o caos que se aproxima em grande velocidade, em virtude da desproporção dos capitais próprios do povo e do Estado em relação àqueles de terceiros, tomados como empréstimos a juros com as taxas mais altas do mundo, resultando em elevadíssimas quantias de reais que se constituem na maior conta anual a ser quitada pelo Tesouro Nacional(TN) e que, nos últimos quatorze anos, custou o equivalente a 157% do PIB (R$1.761,406 bi.) médio anual deste período, significando uma média anual de juros devidos igual a R$ 197,537 bilhões e 11,21% do mesmo PIB, tudo calculado tendo como base informações oficiais divulgadas pelo IBGE e TN. Tais despesas não geram quaisquer benefícios ao povo e impede qualquer distribuição ou redistribuição de rendas ou de riquezas, tornando-se um tormento perene e a principal motivação do nosso longo período de trinta anos (1981/2010) de crescimento nulo ou negativo, cujo resultado apurado até o final de 2009 indicou -6,6% do PIB médio dos últimos 14 anos (1996/2009).
2) - O flagrante desastre avizinha-se quando vemos os gráficos da imensa dívida ainda em constante crescimento, ano a ano, e visualizamos que somente a reversão do seu rumo, em cento e oitenta graus, poderá nos conduzir para uma sua continuada amortização até a sua definitiva extinção, a fim de cumprir os postulados de uma patriótica e correta política financeira que tenha como objetivo final o bem-estar de toda a população, levando ao termo os pressupostos de que o Estado só deve endividar-se com o seu próprio povo, através de sua poupança popular e, ainda, não se esquecendo de obedecer a todos os dispositivos constitucionais, principalmente daqueles que melhor beneficiem os cidadãos mais necessitados, dos quais alguns continuam desobedecidos, sobressaindo-se entre eles os que propiciam o amparo essencial na formulação de uma previdência de excelência, conforme a concebida no plano financeiro Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo e publicada no livro Potes de Ouro do Brasil. Apesar dos mais de vinte e um anos de vida da nova Carta Magna da Nação, portanto, já em sua plena maioridade e, perigosamente, olvidada naquilo que ela tem de mais patriótico em defesa do povo.

3) - No artigo 142 da Constituição, em cinqüenta e cinco palavras e com simplicidade, sem outros e mais detalhes, os constitucionalistas brasileiros asseguram que as Forças Armadas (FFAA) são e constituem-se nas primeiras e principais instituições sobre as quais se assentam as bases de nossa pátria e dos seus poderes constitucionais, enquanto estes mesmos poderes são os responsáveis para convocá-las para a manutenção da lei e da ordem pública, segundo os preceitos de uma democracia republicana.

4) - Ora, a coerência e a lógica precisam demonstrar que este círculo vicioso que se formou não é nem pode ser um túnel sem fim, mas sim uma fórmula que obriga os três poderes, desde as suas cúpulas até as suas bases, passando pelos seus respectivos corpos estruturais em todas as suas extensões, a cumprirem, responsavelmente, os dispositivos constitucionais estabelecidos, evitando-se sempre os atritos e os conflitos, os desmandos e quaisquer ingerências que possam vir a comprometer o desenvolvimento normal dos trabalhos da competência de cada um dos níveis da mencionada estrutura, de forma que a harmonia e a paz entre todos os setores do Estado estejam permanentemente preservadas, tendo como único e final objetivo levar ao seu povo sempre o melhor e maior bem-estar de suas respectivas responsabilidades e nos seus mais altos níveis de conforto, inclusive nos de lazer e de prazer.

5) - Cada chefe de família de nossa sociedade, que assume honestamente as suas responsabilidades perante os seus diversos membros, sabe perfeitamente que ele e seus dependentes necessitam obter, rotineiramente, uma receita suficiente para cobrir todas as despesas da família em suas diversas necessidades para que todos sejam beneficiados por um satisfatório nível de bem-estar. Se, além disto, houver ainda uma poupança, ela será muito bem-vinda e poderá contribuir para melhores dias em futuro próximo ou servir em emergências essenciais. Em caso contrário, se as despesas excederem a receita familiar será preciso cortar custos, prejudicando o nível de bem-estar da família, ou socorrer-se de empréstimos que gerarão juros, somando outros custos que muito agravarão os prejuízos ao conforto familiar, podendo, inclusive, contribuir para outros dissabores, tais como inadimplências, multas, emissões de cheques sem fundo e até a perda da credibilidade.

6) - Ora, tudo que foi dito no parágrafo anterior não é nenhuma novidade, mas sim uma obviedade de fácil entendimento por vasta parcela da cidadania brasileira, atuante ou participante da economia nacional e do processo eleitoral, fatos que de tão fácil compreensão coletiva não serviriam para explicar o desastrado comportamento dos administradores das finanças públicas nacionais, os quais não podiam e nem podem ignorar a lógica aritmética das finanças quando conduziram a dívida pública do país para números acima do trilhão de reais, gerando custosos juros anuais que passaram a se constituir na maior conta de responsabilidade do Tesouro Nacional, suplantando as folhas de pagamentos dos funcionários públicos federais ativos, assim como também as dos aposentados e pensionistas do INSS, e exaurindo os recursos das receitas públicas anuais recolhidas de toda a população brasileira, sem antes poder destinar verbas suficientes que poderiam garantir as boas conservação e manutenção das estruturas e dos equipamentos federais já implantados e, muito menos ainda, reservar recursos para os grandes e novos investimentos que o país necessita para voltar a crescer como o fez até o final da década de 1970/79.
7) - As FFAA para bem cumprir as suas imensas responsabilidades, sendo a base sobre a qual se sustenta todo o arcabouço estrutural da nação deve preparar-se sempre, não só para enfrentar os inimigos de fora de nossas fronteiras como também manter a eterna vigilância sobre os possíveis inimigos internos, sejam eles: omissos, traidores, corruptos ou corruptores, ideólogos de ideologias estranhas aos desejos nacionais de uma democracia republicana, conforme o estabelecido em nossa carta Magna. Neste sentido é melhor prevenir do que remediar, acompanhando os três poderes do governo no exercício de suas respectivas competências legais, cobrando da cidadania os seus deveres para com a pátria, enquanto, paralelamente, assegura a ela todos os seus direitos constitucionais legitimamente conquistados, merecendo por isso os serviços recebidos bem como o respeito e o carinho de cada um dos servidores federais, estaduais e municipais.

8) - Do já exposto, dos assuntos relacionados e comentados na primeira parte do livro Potes de Ouro do Brasil e da nossa realidade financeira desde 1996 até o final de 2009, constata-se que o Banco Central do Brasil (BCB) e o já famoso COPOM (Conselho de Política Monetária), formado somente pelos diretores do próprio BCB é que comandam, com absoluta autonomia, sem as menores restrições e interferências do Ministro da Fazenda, ou do Presidente da República, quando este é a única e direta autoridade revestida de tal autonomia, uma vez que a recebeu através da maioria do voto popular dos eleitores, em eleição democrática, podendo delegar a autoridade e não a responsabilidade. O mais estranho, ainda, é a constituição do Conselho somente por diretores do BCB e o sentido do resultado de suas reuniões que, logicamente, deveriam produzir resoluções que seriam levadas à autoridade decisória, a própria ou a delegada. Cremos que seja, em princípio, esta a função que se destina aos órgãos colegiados para o assessoramento das organizações muito grandes, em face da complexidade de suas administrações. Diante de tais fatos e mediante o poder que o dinheiro exerce sobre a sociedade nacional, que dele depende intensamente e rotineiramente para desenvolver todas as suas atividades, sejam elas de trabalho, de lazer, de comércio, de produção ou quaisquer outras, ele é tão importante para o funcionamento da sociedade de nossos dias como o oxigênio o é para a existência da vida animal na terra. Assim, é essencial que o manejo e o controle das finanças públicas sejam, exclusivamente, da mais alta autoridade do país, o verdadeiro chefe de Estado e principal representante por escolha do povo, o qual, desta forma, poderá verificar e assistir o estrito cumprimento do parágrafo único do Art. 1o. e, beneficiar-se de um verdadeiro governo - do povo, pelo povo e para o povo -.

9) - Segundo o IBGE, o Brasil não cresce desde 1981, portanto, há mais de um quarto de século. Quais as razões deste incrível fenômeno?... O livro Potes de Ouro do Brasil em sua primeira parte aponta as causas principais e na segunda parte elabora e desenvolve o plano financeiro de longo prazo, Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo, no qual demonstra a real possibilidade de se obter excelentes resultados na distribuição de rendas e de riquezas em favor do povo, partindo de uma nova previdência pública, cujo padrão é um Sistema Único de Aposentadorias e Pensões (SUApPe) para toda a nacionalidade, no qual se embute um criativo Sistema de Redistribuição de Renda e um novo Fundo, denominado o Potesouro, cuja direção é de toda a cidadania, através de associações próprias para a sua auto defesa.

A CIDADANIA ALERTA DEVE ESTAR CIENTE DE QUE:
O POVO TEM SIDO ENGANADO POR LONGO TEMPO ATRAVÉS DAS SEGUINTES FARSAS:

a - Da afirmação de que o país pode desenvolver-se somente com o simples crescimento econômico, sem respeitar os princípios de uma adequada e patriótica política financeira, hoje inexistente;
b - Da declaração de que o governo está seguindo uma política econômica ortodoxa, quando ela é francamente heterodoxa, visto o irracional endividamento com terceiros;
c - De que o problema do país é econômico, quando ele é somente financeiro, por não se socorrer apenas da poupança popular doméstica, por simples falta de um plano de longo prazo;
d - Da estabilidade da economia, quando ela tem que ser essencialmente dinâmica. Estável deve ser somente a moeda nacional quanto ao seu poder de valor aquisitivo;
e - Do Estado mínimo, quando o seu tamanho deve ser essencialmente adequado às necessidades do seu povo, que o criou exatamente para atender tudo aquilo que está previsto em sua carta Magna.

10) - Em frase que se tornou famosa o escritor W. Somerset Maugham disse: “O dinheiro é como um sexto sentido, sem o qual não é possível fazer uso completo dos cinco restantes". - O problema prioritário do nosso país é cuidar do dinheiro do povo que se esvai, através do Banco Central do Brasil, no pagamento de juros e, apesar disto, no continuado aumento da dívida pública, conforme se pode demonstrar com os números dos últimos quatorze anos: 1996/2009 – Juros devidos R$ 2.765,5 bilhões (bi); juros pagos R$ 1.614,7 bi; e juros capitalizados R$ 1.150,8 bi. Neste mesmo período, agravando a situação das finanças nacionais, o crescimento real do PIB foi de apenas R$ 1.139,1 bi., resultando um déficit financeiro de R$ 1.626,4 bi, numa média anual de R$ 116,2 bi,. ou 6,6% do PIB anual médio (R$1.761,4 bi), dos quatorze últimos anos dos mandatos presidenciais, dos quais os capitalizados, ao somarem-se a dívida já existente, aceleram o esvaziamento de nossas riquezas até que tenhamos a lucidez de reverter o atual rumo do caos para aquele que nos leve para uma continuada amortização da dívida com terceiros até a sua total extinção, repassando à poupança popular sob a administração do próprio Estado, de acordo com o plano anteriormente mencionado.

11) - Em síntese estas são as causas principais da má distribuição de rendas e de riquezas no país e da conseqüente alta concentração delas nas mãos de uns poucos e ricos privilegiados cidadãos desta, hoje, injusta pátria. Que tal lucidez não seja demorada e possamos aproveitar o ensinamento do místico, CHICO XAVIER, que um dia, com muita propriedade disse e escreveu:
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo
começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.

12) - Convictos da veracidade de tais palavras e acreditando que o país só tem um único e grave problema, representado pela falta de rumo, defasado nos 180o., anteriormente citados, o que também foi expresso pelo que disse, não faz muito tempo, o Diretor do Clube de Engenharia – Dr. Sólon Guimarães – "O sentimento que parece alcançar toda a carente e desalentada sociedade brasileira é o da falta de um projeto que privilegie o Brasil. - Não se trata de um simples programa de governo, o que também não há. - É um projeto de País, de Estado, que contemple todas as suas reais necessidades e que tenham sido verificadas todas as suas consistências. - Um projeto que seja administrado por um presidente eleito por um partido chamado Brasil."

13) - Dentro deste mesmo contexto, o qual já era visualizado desde o início destes estudos, em meados do ano de 1998, foi que começamos a ler e a pesquisar as origens de nosso imenso atraso em relação ao chamado primeiro Mundo, numa missão de longo prazo assumida, voluntariamente, que perdura até o presente e que se alongará pelo tempo que for necessário e enquanto a vida nos permitir, pois acreditamos piamente que as cidadanias não se aposentam e, quando extintas, se bem exercidas, deixam sempre heranças positivas para as gerações seguintes, as quais acumuladas, somadas e bem distribuídas, conforme previsto no plano financeiro Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo, garantirão à sociedade brasileira o bem-estar e a felicidade nos mais altos índices de conforto entre todas as nações do planeta Terra.

14) - O país tem excelentes condições climáticas e o potencial humano e material para buscar os seus objetivos finais, acima indicados, bastando mudar a orientação de sua administração das finanças públicas, que desde 1995 enveredou-se por um caminho contrário daquele esperado pelo povo, aumentando, ano a ano, o endividamento do Estado e negando-se a cumprir alguns dos postulados do plano Real, tais como as promessas de reformas da Previdência Pública e da Tributária, entre muitas outras, optando por uma não prometida, a reeleição do Presidente, dos Governadores e dos Prefeitos, mas que satisfez aos egoísmos do seu próprio criador e dos demais beneficiados, além dos seus seguidores, legislando em causa própria.

15) - Ora, quando escrevemos o livro e formulamos o plano em causa, o Ministério da Fazenda foi procurado para informar sobre qual seria a sua política financeira para o Estado e quais os seus princípios, ele simplesmente não soube responder, o que dá plena razão às palavras do Diretor Dr. Sólon Guimarães e confirma que a nossa nave encontra-se ao sabor dos ventos e das ondas e não conhece a rota a ser seguida, onde o comandante e os seus imediatos parecem perdidos, formulando apressados pacotes, em cima da perna, sem bons fundamentos e planejamentos sérios que obedeçam aos princípios de escolha daqueles investimentos que trariam os maiores e os melhores benefícios à sociedade brasileira, servindo apenas para justificá-los perante o povo e os seus eleitores, os quais acabam mais uma vez ludibriados em sua boa fé e o desenvolvimento e o crescimento da Nação se tornam baixos, nulos ou negativos.

16) - O plano em causa no seu desenvolvimento é capaz de apresentar bons resultados durante toda a sua vigência, degrau a degrau, sem qualquer pretensão de crer em milagres, mas acreditando nas fabulosas possibilidades das verdades matemáticas, especialmente na lógica aritmética e nos princípios de uma política financeira patriótica bem elaborada e aprendida nos anos de nossa juventude. Neles se encontram definidos as regras universalmente aceitas, exemplificando-se com um postulado econômico que diz: o Estado nas suas necessidades de financiamento para poder fazer chegar ao seu povo os maiores e melhores benefícios nos menores espaços de tempo possíveis deve obtê-lo somente da poupança popular doméstica.

17) - Desta forma, criar-se-á um ciclo em espiral virtuoso entre os crescimentos das necessidades de financiamento do Estado e das poupanças das populações nacionais, provendo os capitais futuros, após 35 e até 45 anos, capazes de assegurarem a todos os cidadãos proventos satisfatórios, para o seu bem-estar, quando de suas aposentadorias, ficando o Estado isento de quaisquer compromissos financeiros com estes novos inativos associados do fundo O POTESOURO. Em relação aos dias atuais um alívio extraordinário, perfeitamente passível de verificar-se, e possibilitando uma sensível baixa nas taxas dos impostos, atualmente vigentes.

18) - Enquanto o plano se desenvolve nos seus primeiros e mais difíceis anos, trabalhando intensamente na busca dos melhores resultados, e os objetivos anteriormente descritos só podem ser visualizados e sonhados para um futuro cada vez mais próximo, pode-se, neste momento, apresentar uma bela seqüência de fatos benéficos e concretos que virão animar e entusiasmar a luta da cidadania, visando o triunfo final que levará ao povo o troféu da vitória de uma nação que sabe ser forte e, sobretudo, firme na satisfação dos desejos de toda a sociedade nacional, una e indivisível, nos seus propósitos de uma autêntica soberania sob a junção de um verdadeiro regime social democrático, professando a igualdade, a liberdade e a fraternidade entre todos os brasileiros:

AS VANTAGENS DO PLANO TRIUNFO DA CIDADANIA, TROFÉU DO POVO

a – Tem um e único Objetivo Permanente e só trabalha na busca de sua definitiva implantação:

O BEM-ESTAR E A FELICIDADE DO POVO BRASILEIRO.

b – Nos sete anos, de 2003/2009, como exemplos para uma melhor compreensão, se o plano já estivesse implantado, ele teria reduzido os pagamentos de juros anuais do Estado da seguinte forma, em bilhões de reais e respectivos percentuais em relação às receitas anuais do Tesouro Nacional (TN) realizadas e, na última linha, ainda, o respectivo crescimento da poupança popular:

Ano
Fiscal Receita do TN Juros: Devidos Liquidados Capitalizados Pagos Poupança Popular

2003 356,7 177,1/49,6% 145,1/40,7% 32,0/08,9% 54,1/15,2% 0,776/0,22%
2004 419,6 175,4/41,8% 128,0/30,5% 47,0/11,2% 23,0/05,5% 2,377/0,66%
2005 488,4 202,6/41,5% 157,1/32,2% 45,5/09,3% 38,1/07,8% 4,213/0,86%
2006 543,5 251,0/46,2% 160,0/29,4% 91,0/16,7% 32,0/05,9% 6,356/1,17%
2007 618,9 260,0/42,0% 159,0/25,7% 101,0/16,3% 19,0/03,1% 8,843/1,43%
2008 716,7 224,0/31,3% 162,0/22,6% 62,0/08,7% 07,0/0,98% 11,731/1,64%
2009 739,3 216,5/29,3% 114,5/15,5% 102,0/13,8% --- 15,083/2,04%
TOTAL 3.883,11.506,3 --- --- --- 173,2/4,46% 15,083/3,88%

Logo, a partir dos primeiros anos de aplicação do plano já se poderia dispor, a cada ano, no orçamento da República Federativa, dos valores economizados nos pagamentos dos juros pagos a menos, os quais, nestes primeiros sete anos, somariam R$ 173,2 bi, cuja média anual é igual a R$ 24,74 bi., e representa 4,46% da média das arrecadações anuais do TN. Isto ocorrerá dentro dos primeiros vinte anos de vigência do plano.
c - Nos anos consecutivos, posterior ao período anteriormente citado, a cobertura dos juros pagos a terceiros, anualmente, já serão liquidados e absorvidos somente pelos capitais próprios da poupança popular brasileira, acumuladas no fundo, O Potesouro.
d - Em conseqüência do fato anterior e a partir do mesmo poder-se-á fazer a mais importante e completa reforma tributária em benefício do desenvolvimento nacional e do bem-estar de toda a nossa cidadania.
e - Na terceira ou quarta décadas, nos seus primeiros anos, aconteceria a transferência definitiva e eterna de todo o financiamento do Estado para o seu próprio povo, como deveria ter sido desde os primórdios da Nação brasileira, independente e soberana. Desta forma seria como tirar nossa nave de um vôo no dorso, onde os comandos operam invertidos, prejudicando o seu desempenho, e passando-se a ter a visão de um lindo e infinito horizonte, pleno de novas e belas oportunidades para as futuras gerações que poderiam conhecer, então, o sonhado caminho do paraíso, pelas quais outras tantas trabalharam, lutando, dedicando-se e buscando um novo porvir para a nossa pátria.
f - No fim da sétima década poder-se-á chegar ao mesmo nível do hoje chamado Primeiro Mundo, quando, então, as taxas de juros poderiam alinhar-se entre as mais baixas do planeta e o seu uso fruto, tanto trabalhado e buscado pela cidadania é, finalmente, conquistado e distribuído entre todas as camadas da sociedade brasileira.
g - Uma confiável garantia de estabilidade da moeda e uma conseqüente ação anti-inflação está na compreensão de que o seu alvo encontra-se em 0%, em razão da taxa média teto de juros a ser paga a terceiros pelo Estado não poder exceder a 0,833% mensais, pelos seus títulos que o financiariam, ao longo do tempo, cerca de quatro décadas, desde a implantação do plano.
h - A estabilidade da moeda, paralelamente à política financeira de longo prazo, garantiria um rígido controle das finanças públicas, enquanto através deste maior poder aquisitivo, logo também de maiores investimentos conseguir-se-ia, paulatinamente, ano a ano, implantar um novo ritmo no desenvolvimento requerido pela nação, assegurando ao povo o seu bem-estar social politicamente correto, conforme previsto e determinado por nossa Constituição.
i - A formulação deste plano baseada na Constituição e amparada estritamente pela lógica matemática, demonstrada e comprovada pela aritmética simples que se ensina nos primeiros quatro anos primários, cujas operações de adição, de subtração, de multiplicação e de divisão são as únicas realizadas e provam que o Estado pode implantá-lo sem cometer nenhuma heresia ou qualquer tipo de heterodoxia financeira ou econômica, como se pode verificar pela relação dos princípios da política financeira, base de toda a sua argumentação.
j- No final da liquidação total do endividamento do Estado para com terceiros (critério definido: máximo de 60 anos em todas as hipóteses consideradas nos estudos já realizados) e respectiva transferência do seu financiamento, exclusivamente, pelo Potesouro, o fundo de posse somente do povo brasileiro, na forma de uma monumental poupança popular, somaria o valor de cinco trilhões e setecentos bilhões de reais (TR$ 5,700), enquanto no mesmo período teria economizado, em juros não pagos a terceiros, a quantia de vinte e um trilhões, setecentos e vinte e cinco bilhões de reais (TR$ 21,725), demonstrado nas planilhas NOVAPROA, de fácil compreensão por todos aqueles que as estudarem com o mesmo espírito de brasilidade com as quais o autor as produziu.
k - Aos setenta anos o Potesouro já terá acumulado cerca de trinta trilhões de reais (TR$30,0), onde a média de poupança de cada associado somaria a quantia de seiscentos mil reais (MR$ 600,00), propiciando então a redução dos juros cobrados ao Estado da taxa de 9% ao ano, nominal, para as taxas no intervalo entre 4 e 2% ao ano, nominais.


19) - Este plano, pronto e publicado desde setembro de 2002, já foi levado ao conhecimento de diversos políticos com mandatos de senadores e de deputados e nenhum deles, apesar de prometerem, na maioria das vezes, estudá-lo e dar notícias futuras, concretizou o prometido, aprovando ou desaprovando-o. Simplesmente, ignoraram-no.

20) - O Exmo. Sr. Ministro da Previdência Social, Sr. Ricardo Berzoini, logo após a sua designação ministerial foi também encarregado pelo Sr. Presidente da República de formular as reformas da Previdência Social e da Tributária Nacional, através da mídia nacional, convocou a cidadania para colaborar com o novo governo, solicitando àqueles que tivessem alguma proposta sobre as citadas reformas que as apresentassem, uma vez que ele desejava debatê-las profundamente com todo o povo.

21) - Em 28 de janeiro de 2003, após termos conseguido marcar uma entrevista com S. Exa. para esta data, às 14:00 hs., fomos recebidos pelo seu Chefe de Gabinete, Dr. Antônio Rodrigues de S. Neto, que nos explicou a impossibilidade de o Ministro nos atender naquela oportunidade, em virtude de estar ocupado com uma outra reunião de última hora.

22) - Na ocasião mantivemos uma conversa de cerca de uma hora com o Dr. Antônio Neto, quando lhe fizemos um sintético relato sobre todo o plano e, ao final, o mesmo nos expressou a sua satisfação e o seu prazer pela nossa exposição, colaboração e pelo recebimento de oito volumes do livro, que detalha a nossa proposta, que lhe passamos às suas mãos, e pareceu entender, perfeitamente, que ali estávamos para prestar uma voluntária e positiva contribuição à implantação de uma nova Previdência Pública, inédita, criativa, constitucional e uma verdadeira e concreta alternativa, capaz de beneficiar a toda a população brasileira. Em seguida disse-nos que de todas as propostas que ele tomou conhecimento, até aquele momento, a nossa era a que ele via com maiores possibilidades de sucesso e que ele iria enviá-la para os setores especializados para os devidos estudos e nos daria notícias futuras. Infelizmente, após cerca de três meses sem quaisquer notícias, soubemos que ele havia sido demitido de seu cargo e o Gabinete, à época, consultado por telefone, informou desconhecer o seu paradeiro e novo destino.
23) - Diante do parágrafo anterior, surpreendeu-nos o último parágrafo de um artigo do Sr. Ministro da Previdência Social, titulado – O julgamento deve ser justo, publicado no Jornal do Brasil, de 06-04-2003 – onde, o ministro diz: “A coragem para enfrentar esse debate, que não nos falta, deve ser também de seus opositores: que apresentem alternativas concretas, para enfrentar essa situação.”

24) - Naquela oportunidade cremos que fomos simples e bons cidadãos, prestativos colaboradores que, em atendimento aos anunciados convites do próprio governo, lhes apresentamos uma verdadeira e concreta proposta alternativa, mediante um plano completo que tem início, meio e fim, com a capacidade de mudar o rumo do destino pátrio, sem causar impactos chocantes tipo, CRUZADO ou plano COLLOR, e sem nenhuma necessidade de executar um “cavalo de pau” em nossa imensa nave, conforme havia sido declarado pelo Exmo. Sr. Ministro da Fazenda, Dr. Antônio Palocci, ironizando os oposicionistas de sua política fazendária. De qualquer forma o nosso plano é uma alternativa real, como solução para nossa previdência pública e, ao mesmo tempo, para uma boa redistribuição de renda e para o pagamento total da presente dívida com terceiros, tornando o fundo da nova previdência brasileira o único financiador do Estado, em suas necessidades de financiamentos. Apesar de nosso empenho, gastando voluntariamente passagens e outros gastos pessoais de estadia sem qualquer encargo para o Estado, o plano foi ignorado sem quaisquer considerações, estudo e análise, comprovando que jamais existiu aquela expressa vontade e o interesse do governo em debater o tema com a sociedade. Foi um teatro montado somente para despistar o pacote já pronto e perfeitamente embrulhado, conforme se pode constatar pelo grande embuste, quando os projetos das pretendidas reformas foram levados ao Congresso Nacional sem quaisquer novidades.

25) - Ainda no ano de 2003, no dia nove de setembro, acompanhando o Exmo. Sr. Prefeito de Divinópolis-MG, Dr. Galileu Teixeira Machado (antigo companheiro de infância e juventude) em uma audiência com o Exmo. Sr. Vice-Presidente da República, Sr. José Alencar Gomes da Silva, pude falar-lhe por cerca de vinte minutos sobre o plano e o livro, recebendo a promessa de que ele iria mandar estudar a matéria, através de um seu amigo, que gostava e entendia muito do assunto, e que nos daria notícias futuras. Novamente fomos esquecidos e ignorados, da mesma forma que as principais autoridades da República têm dispensado às imensas populações miseráveis regionais brasileiras que se sentem desamparadas, inclusive em seus direitos constitucionais muito claros e favoráveis às classes mais baixas de nossas camadas sociais, as quais, em sua grande maioria, sequer sabem que estão sendo enganadas e, desvalidamente, aceitam pequenas esmolas mensais, como se fossem dádivas divinas, caindo do céu como chuvas de pães enviadas pelo grande Pai, o Presidente da República, incapazes que são de reconhecer que os seus doadores reais são os milhões de brasileiros contribuintes de impostos.

26) - Todos nós sabemos que a realidade econômico-financeira do Brasil é muito ruim e que os diversos cenários mostrados rotineiramente ao povo encobrem totalmente as dificuldades vividas pela sociedade nacional, onde os expoentes governamentais, em especial, aqueles responsáveis pelas nossas finanças públicas mascaram as nossas contas públicas com falsas afirmações, ignorando sempre que os principais motivos das dificuldades nacionais são: o imenso endividamento do Estado com terceiros, gerando o espantoso déficit mostrado no parágrafo 10, enquanto os juros anuais deste e dos próximos anos consumirão, com certeza, todo o dinheiro do crescimento econômico que se verificar anualmente, com a sistemática possibilidade de continuar aumentando, ano a ano, a atual dívida como uma bola de neve ladeira abaixo, anulando todo o esforço do trabalho produtivo nacional, de forma que continuará não havendo crescimento da renda per capita e da riqueza em benefício do povo, zerando qualquer distribuição ou redistribuição de mais dinheiro para os mais necessitados, enquanto os mais ricos continuarão sendo multiplamente beneficiados por uma administração financeira caótica, sob o ponto de vista da existência de uma Nação criada por seus filhos, mas maltratados por ela como enteados indesejados e miseráveis que só merecem a escravização que lhes é imposta duramente por períodos intermináveis.

27) - Desde a década de 1950/1959, como novos integrantes da Força Aérea Brasileira que conhecemos as enormes dificuldades enfrentadas pelas Forças Armadas para equiparem-se devidamente com estruturas mais adequadas e armas mais modernas que lhes permitissem melhores condições de preparo e treinamentos, assegurando-lhes mais eficiência e eficácia no desempenho de suas funções e no atendimento dos seus deveres para com o seu povo. Até hoje as dificuldades continuam e as causas são as mesmas, antigas faltas de verbas que só evoluem para o contingenciamento de verbas ou o superávit primário, prioritariamente, utilizadas no pagamento dos nossos credores terceirizados, eméritos concentradores de rendas e das riquezas produzidas, anualmente, por todos os trabalhadores brasileiros que assim são renunciados e aliviados dos incômodos de uma distribuição e/ou redistribuição de lucros e dividendos. Ora, se insistirmos na manutenção do rumo de nossa nave, isto é, rolar a dívida total pública, pagando altíssimas quantias em juros, a cada ano vencido, e, ainda, tornando novos capitais os juros devidos naquele ano e não pagos, aumentando-a, continuamente, nos anos posteriores, é fácil concluir que se faz extremamente necessário reverter tal rumo, aproando aquele que pode mudá-lo, racionalmente, implantando uma nova sistemática que paga os seus juros e a amortiza a cada ano até a sua total extinção, e repassando-a ao nosso próprio povo, conforme os descritos nos parágrafos 2, 10, 11, 16 e 18.

28) – Assim agindo, positivamente, em favor de todo o povo, surgirão recursos financeiros que, passo a passo, serão suficientes para destiná-los aos diversos setores da sociedade, dentro de critérios e prioridades planejadas e estabelecidas com antecedência, assegurando aos diferentes setores o crescimento e o desenvolvimento harmônico que satisfaça a cada um deles e por inteiro a cidadania nacional, corrigindo-se os males acumulados ao longo de séculos de caminhos equivocados, tortuosos e prejudiciais. Somente desta forma, ao longo do tempo, as boas oportunidades virão ao encontro dos desejos das Forças Armadas que poderão passar a dispor de recursos financeiros suficientes para cobrir todas as suas necessidades estruturais de pessoal, de material, de equipamentos, de armamentos e de desenvolvimento superior e técnico-profissionais, as quais então lhes oferecerão as melhores condições aos seus profissionais para o bom cumprimento de seus deveres constitucionais de defesa da nossa pátria, além daquela essencial e primária, comentada nos parágrafos 3 e 4. É preciso ser enfático, verdadeiro, realista e reconhecer que as palavras do primeiro Presidente dos Estados Unidos da América, General George Washington, na sua Mensagem de Adeus aos seus compatriotas, em 19-09-1796, traduzem com grande sabedoria aquilo que também nos deve servir como um dogma - “Deveis ter sempre em vista que é loucura o esperar uma nação favores desinteressados de outra e que tudo quanto uma nação recebe como favor terá de pagar mais tarde com uma parte de sua independência. Não pode haver maior erro do que esperar favores reais de uma nação a outra.” (pg. 116 do livro “JAPÃO – O Capital se faz em casa”). Complementado pelo autor do livro com o seguinte trecho: “Não esperar nada dos outros. Fazer tudo por si mesmo, contando com os próprios recursos e os próprios meios e só admitindo, do estrangeiro, aquilo que correspondesse ao seu interesse nacional, numa opção lúcida”.

29) – O mesmo autor, jornalista Barbosa Lima Sobrinho, em outro trecho de sua obra diz: “Escrevi este livro pensando no Brasil. Pensando e comparando. Alguns aspectos aproximam o Brasil do Japão. Mas, enquanto o Japão possui um território exíguo e carente de riquezas naturais, o Brasil, com seus oito milhões de quilômetros quadrados, conta em seu solo com a grande maioria das matérias primas de que necessita para se desenvolver. Por que então lá, e não aqui, o desenvolvimento independente? O Japão compreendeu que a chave do desenvolvimento econômico era a acumulação do capital nacional, nunca no capital estrangeiro dentro do país. E se valeu da experiência de todos os países desenvolvidos, como os Estados Unidos, a Inglaterra, a França, a Alemanha, cujo desenvolvimento resultara do uso da mesma receita, a acumulação do capital norte-americano, inglês, francês ou alemão dentro do território respectivo ou sob o controle de seus magnatas ou de seus empresários, integrados na economia do país em que atuavam. Porque o capital inglês que emigrava, sob comando inglês, era como prolongamento de seu território no estrangeiro, como se portador de uma extraterritorialidade que, antes de valer como ficção, é a mais decisiva realidade dos nossos tempos. Porque os lucros desse capital vão se inscrever na renda nacional do país investidor e não do país investido e representam poupança estrangeira e não poupança nacional, no país em que são gerados. Seria temerário reduzir a um fato único o processo do desenvolvimento econômico de todos os países. Mas sem dúvida dois dos elementos mais influentes na experiência japonesa foram a sua visão em face do investimento direto estrangeiro e a política que em face dele adotou, com uma coerência e uma obstinação que singularizam a sua política econômica, no curso de um processo de expansão que fazia questão de se manter sempre como um processo de afirmação nacional.”

30) – Como último argumento acrescentaríamos que os militares de ontem, de hoje, do amanhã, do médio e até do longo porvir são uma classe de profissionais bastante diferentes, nem melhores nem piores, mas distintos por exigências de uma carreira que obriga uma dedicação exclusiva, com rotinas, ensinamentos e treinamentos específicos, indisponíveis no âmbito geral da sociedade nacional que necessita dedicar-se aos diversos setores do campo econômico-financeiro, principais responsáveis pelo desenvolvimento e crescimento do país que produz o bem-estar das famílias, logo das populações citadinas, urbanas e rurais. Em face destas diferenças os civis, normalmente, assumem uma vida consagrada aos seus mais imediatos interesses e objetivos futuros sem muitas preocupações com os objetivos nacionais, os quais, contrariamente, se constituem nos principais encargos e preocupações da vida dos militares que, então, procuram sempre e continuamente as informações de todos os campos do poder nacional e para isso estabelecem em suas carreiras os cursos de pós-graduação com programas que lhes proporcionam o preparo, de forma racional, com os ensinamentos, os exercícios e os treinamentos adequados para assunção de variadas funções dos mais altos níveis, tanto da administração militar específica como também da administração pública geral, destacando-se entre elas as finanças públicas que é uma necessidade essencial e genérica a todos os administradores dos negócios públicos. Tais conhecimentos, nos momentos em que se percebe o descaminho da administração das finanças públicas nacionais, patrimônio de toda a cidadania brasileira, e diante do acima exposto que muito compromete o tripé base da sustentação de toda a estrutura nacional, minando os alicerces das Forças Armadas, parece-nos que caberia a elas, para não ter que remediar mais tarde, prevenir as altas autoridades dos três poderes dos perigos que corremos ao desprezar e não cumprir alguns dispositivos constitucionais que são essenciais à sobrevivência das classes menos favorecidas, que dia a dia se tornam um peso maior para a classe média, conforme já se pode comprovar através da insegurança presente, no ir e vir e nos próprios lares de todas as nossas grandes cidades. Nelas os bandidos, abrigados e refugiados nas favelas, têm mantido o controle forçado das populações locais, como suas redes protetoras, e planejando e atacando as sociedades citadinas locais, em excursões cada vez mais freqüentes.

31) – Agradecendo, antecipadamente, a todos a sua atenção a esta proposta, gostaríamos de lembrar três conceitos que para nós se tornaram verdadeiros dogmas de eternidade de um país, impulsionados pela vontade de ainda sonhar e ver que os nossos potenciais humanos e materiais justificam, plenamente, a visão de um Brasil com um belo futuro, uma Nação mais respeitável perante todas as demais, dentro deste nosso universo, cuidando com ardor e amor para o bem-estar e a felicidade de toda a nossa gente, buscando nivelar-se ao chamado Primeiro Mundo, dependendo isto, apenas, da implantação de uma nova política financeira que seja administrada tendo como foco único e o grande objetivo a ser alcançado o conteúdo de nossa Constituição, em especial, o contido nos artigos 1o., 3o., 5o., 6o., 7o. e 194 (todos conforme transcritos nas páginas 24 e 25 do nosso livro):

a) - O Estado nas suas necessidades de financiamentos para poder fazer chegar ao seu povo os maiores e melhores benefícios, nos menores espaços de tempos possíveis, deve obtê-los somente da poupança popular doméstica;

b) – A cidadania não se aposenta e quando bem exercida e extinta deixa sempre uma boa e importante doação às gerações futuras;

c) - A esperança é a última que morre; mas para que a sua morte não sobrevenha é preciso trabalhar com inteligência e dedicação, realizando as ações benéficas e produtivas que nos levem a mantê-la viva até a eternidade.

32) – Cremos ainda ser adequado, antes do encerramento, repetir um pequeno trecho de nosso livro, onde parodiamos o adeus de George Washington da seguinte forma: “Deveis ter sempre em vista que é loucura o esperar da classe rica abrir as mãos de seus privilégios em favor do povo e do Estado e tudo quanto à nação dela receber, como bondade, terá de pagar mais tarde com outros favores e maior concentração de rendas. Não pode haver maior erro do que a cidadania omitir-se abrindo as suas mãos dos seus direitos constitucionais em favor das elites endinheiradas”.

A mesma seriedade com a qual concluímos este plano, a mais de oito anos, pautados na certeza de nossos propósitos e nos conhecimentos adquiridos com nossos antigos mestres, instrutores, comandantes, chefes, companheiros, colegas, amigos e familiares, e estudando com afinco as causas do atraso desenvolvimentista de nossa pátria, pudemos chegar à conclusão de que a eternidade de nossa dívida com terceiros e os seus conseqüentes, custosos e elevados juros se constituem nos únicos e verdadeiros obstáculos que nos impedem daqueles: progresso, crescimento e desenvolvimento, sempre esperados e nunca tornados notáveis realidades

33) – Diante deste preocupante e atual cenário nacional, o qual implica também em uma visão do futuro ainda mais grave, solicitamos a todo o povo a sua análise de nossa realidade financeira, e o conseqüente apoio de sua solidariedade, cooperação, colaboração, compreensão, e ativa participação, divulgando e lutando pela aplicação e implantação do plano financeiro Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo, o qual é viável e até de uma fácil e justa solução, dependendo apenas de que a nossa vontade política seja, fielmente, cumprida pelas autoridades governamentais, conforme nossos desejos de uma democracia social com a aplicação de um capitalismo decente, no qual se distribui as rendas e as riquezas nacionais, de acordo com os méritos individuais de cada cidadão, nas suas respectivas funções ou profissões, em favor da maior produtividade de toda a sociedade brasileira para o seu próprio bem-estar e felicidade.

Companheiros!...Vamos à luta por todos os nossos direitos constitucionais, pois este é um dever da cidadania e, assim, um lindo futuro, dependendo somente de nós mesmos, nos espera e nos pertencerá, seguindo o rumo, claramente, aqui planejado. Muito obrigado pela atenção e o empenho de todos.

Solidariamente unidos pela vitória final, ao transformar o ainda, hoje, arbitrário Estado Senhor, vigente por tão longo tempo, naquilo que Ele já deveria e deve ser sempre o eterno, Estado Servidor do seu povo, pois esta é a sua única razão existencial.

RIO DE JANEIRO, 30 de agosto de 2010

Reny Ribeiro da Silva.



UTOPIAS, AS REALIDADES DO PORVIR

O professor e escritor João Baptista Herkenhoff, no seu artigo, Fim das utopias? – publicado no JB de 10-07-2006 – em alguns trechos assim se expressa:

"HÁ COLOCAÇÕES FALSAS que de tanto repetidas são absorvidas, até inconscientemente, como verdadeiras.
A utopia é a representação daquilo que não existe ainda, mas que poderá existir se lutarmos por sua concretização.
A utopia é assim um projeto de futuro. A utopia quer construir um mundo diferente deste que aí está.
Sempre foi a utopia que moveu a história. Todos os grandes avanços da humanidade nasceram de utopias.
Dizer que a utopia morreu é assinar uma carta de abdicação, em face das forças poderosas que comandam este mundo.
A utopia está viva. Compreenda que a edificação da utopia não é obra de uma só geração. Temos de fazer o que cabe ao nosso tempo e transferir o bastão aos que venham depois de nós.



A ODE DE TRICI-TROVO



TRICI-TROVO, TRICI-TROVO, TRICI-TROVO:
É O TRIUNFO DA CIDADANIA TROFÉU DO POVO;
É O PLANO DO PODER FINANCEIRO DO POVO;
É O PLANO DA NOVA POLÍTICA FINACEIRA;
É O PLANO DO SUApPE E DOS POTES DE OURO;
É O PLANO DA REDISTRIBUIÇÃO DE RENDAS.

POR MAIS TRANALHO QUE SE TENHA
A CIDADANIA O REALIZARÁ COM FERVOR,
COM ESFORÇO E DEDICAÇÃO, EM FAVOR DESTA NAÇÃO,
MAS É PRECISO QUE OS GOVERNANTES E SERVIDORES
NÃO SE JULGUEM PATRÕES DE LIVRES CIDADÃOS, QUE OS
TRATEM COM HUMANIDADE, DIGNIDADE E AFABILIDADE.

A CARTA MAGMA ASSEGURA QUE DO POVO O PODER EMANA
QUE OS ELEITOS SÓ SÃO SEUS VERDADEIROS REPRESENTANTES
SE CUMPREM SEUS DEVERES COM A VISÃO DO BEM-ESTAR SOCIAL,
SEM LOBIES, SEM CONCEDEREM SUBSÍDIOS E INCENTIVOS E,
MUITO MENOS, PRIVILÉGIOS NO ATENDIMENTO, NA ECONOMIA, E
NAS FINANÇAS, PROIBIDAS QUAISQUER OUTRAS DISCRIMIÇÕES.

O POVO COBRA: SOBERANIA VERDADE, INDEPENDÊNCIA REAL
CIDADANIA PLENA, TRABALHO E LIVRE INICIATIVA, SOCIEDADE
TERNA, JUSTA E SOLIDÁRIA, EXTINÇÃO DA POBREZA, E DA MISÉRIA;
O MESMO RESPEITO À ORIGEM, RAÇA, SEXO, COR, IDADE,
IMPORTANDO APENAS QUE SEJAM BRASILEIROS E PATRIOTAS,
NO LAR, NA RUA, NO TRABALHO, NO LAZER E EM TUDO O MAIS.

O POVO CONDENA OS SEUS ENGANADORES QUE, A CADA DIA, JOGAM
FORA MILHÕES, EM JUROS DE UMA DÍVIDA ETERNA, MAS O CERTO É QUE
O TRICI-TROVO A ELIMINARÁ COM O SUApPE, O POTESOURO, A REDRE,
E A PoFi DO CIESBEM: ONDE DINHEIRO VAI-E-VEM, DINHEIRO CICLA E
RECICLA, COMO O AMOR POR NOSSA TERRA E O PODER PELO POVO
ASSUMIDO VIVERÁ ETERNAMENTE. ABENÇOADO SEJA O NOVO BRASIL.

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