quarta-feira, 28 de julho de 2010

MIL VEZES NÃO!

"Não me preocupam os que não vêem a solução. Preocupam-me os que não vêem o problema". G. K. Chesterton

O desrespeito à constituição pode ser ignorado:
pelo Congresso Nacional?...
pelo Poder Executivo?...
pelo Poder Judiciário?...
pelo Ministério Público?...
pelas Forças Armadas?...
pelo conjunto da sociedade brasileira e toda a sua cidadania?...
não, não e não!...
dizemos mil vezes não!...
Nós podemos e temos de exigir o seu integral respeito!...
ou, então, renunciar, esquecendo do nosso direito à cidadania.
Nós recebemos das gerações precedentes uma nação democrática e com plena liberdade, num constante progresso e desenvolvimento e não podemos transmiti-la, às gerações sucessoras, de qualquer outra forma, que não seja nas melhores condições de bem-estar e felicidade, não só para a união como também para todas as populações e famílias brasileiras, distribuídas por todos os municípios nacionais, de norte a sul e de leste a oeste, nos centros urbanizados, nos povoados, nos campos, nos mais remotos rincões e periferias onde a nacionalidade brasileira estiver presente sob a responsabilidade de nossa soberania.
O grande endividamento com terceiros do Estado brasileiro é conseqüência direta do não cumprimento de um princípio da economia de um estado que diz: "O Estado para atender com maior presteza as necessidades de seus cidadãos pode financiar-se, mas somente com o seu próprio povo". Ou seja: somente com a poupança popular de seu povo; pois assim agindo cria um círculo repetitivo e virtuoso, no qual os juros pagos pelo estado voltam, obrigatoriamente, para a sua cidadania, enriquecendo-a com o seu próprio dinheiro, despendido no pagamento de seus impostos e de suas contribuições e tarifas recolhidas pela Secretaria da Receita Federal, do Ministério da Fazenda.

Rio de Janeiro, 28 de Julho de 2010.

Reny Ribeiro da Silva.

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